domingo, 26 de fevereiro de 2012

Os 13 porquês

Posso dizer com muita certeza que esse sem dúvida é um dos livros, os quais todos devem ler. Também não tenho dúvida em afirmar, que o mesmo, é um dos melhores que já li. O livro como o título desse Post, já diz, é o 13 porquês do autor Jay Asher. O livro que se encaixa perfeitamente no que Clay Jersen (personagem masculino principal) menciona: "Depois do que você fica sabendo através do livro, sua vida muda para sempre."
É como Sherman Alexie diz, em um comentário ao livro: "Um mistério, uma prece, uma cerimônia." Mais do que isso, essa história parece ser bem real, tudo isso devido a clareza dos fatos, as emoções transpassadas pelos personagens que até nós, leitores, conseguimos sentir com intensidade quase que semelhante.
O desenrolar dessa história inicia com a chegada na casa de Clay Jensen, de um pacote sem remetente contendo sete fitas cassetes. E o incrível não é isso, mas sim é a voz escutada, a de Hannah Baker morta por overdose de remédios (suicídio), o primeiro amor de Clay.
Mais isso não é nada, o principal é: Que fatos estão encobertos na vida de cada personagem? O que cada personagem das fitas contribuíram para o ato suicida de Hannah? E através dessas e outras perguntas ficamos assim com Clay, que fica procurando entender o que Hannah quer dizer-nos depois de morta. E a compreensão disso, pode mudar a vida de cada personagem, por completo!!!
Indico esse livro, não só por isso, mas sim por toda a lição de vida que ele traz, e também para ensinar as pessoas quais são os sintomas, que uma pessoas que pensa em suicídio demonstra, pois quem sabe? Sempre pode existir uma Hannah Baker disfarçada por aí...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O mestre do amor

Falar sobre o homem mais fascinante que pisou na terra, revelar o tamanho do amor dele pela humanidade, e o mesmo que nos considerou seres inigualáveis, pode para nós ser algo muito difícil, mas Augusto Cury, em seu livro "O mestre do amor", ele analiza toda a essência dos pensamentos do homem mais famoso desta terra, porém o menos conhecido, sim, é ele: Jesus Cristo.
Neste livro, Augusto Cury demonstra características humanas de Jesus Cristo, características essas que muitos nem olham. Ele compara nós com esse homem que formava em vez de informar, o homem que protegia suas emoções, e o mesmo que, diferente de nós, era rápido para compreender e devagar para exigir.
Augusto Cury, também nos lembra a arte que Jesus queria nos ensinar. A arte que é a principal da inteligência e a mais difícil de ser aprendida, a que é fácil de falar e difícil de viver e a qual até quando Jesus estava sendo crucificado ele usava: É a arte de Amar.
Esse amor que não é cultivado em terreno intacto, mas em solo bem explorado, amor que tudo sofre, que tudo espera, que jamais desiste, pois dá todas as chances para recomeçar. Enfim, amor esse difícil de ser encontrado hoje, pois a arte que é usada atualmente, não é a arte de amar, mas sim outras...
Jesus não queria seguidores cegos, mas pessoas que o conhecessem e, que por conhecê-lo, o amassem. E assim, seus seguidores, conquistariam a verdadeira felicidade, a felicidade que é uma questão interior que todos podemos adquirir, e não um dom genético, como alguns dizem por aí.
Jesus, que não obrigava ninguém a segui-lo, ele apenas convidava. Jesus que nos ensinou que é preciso ter metas e que podemos vencer o medo e as amarras de nossas dificuldades.
Jesus, o grande amigo da mansidão, que sempre deixou de ser guiado pelo Pai e que nos ensina que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Mário Quintana

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons
sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente
importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca
cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter
forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,
e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder
dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas,
que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…
e que valeu a pena.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Feia - Constance Briscoe

Observando quais são os meus livros favoritos no Skoob, vi lá que estava um que até hoje, lembrar dele me faz querer chorar novamente, o nome dele é FEIA.
O livro feia de Constance Briscoe, fala da infância da autora (ou seja, ele é baseado em fatos reais), conta cada agressão física da menina, causada pela mãe, que em todo momento chamava ela de feia e ainda utilizava também palavras e expressões de baixo calão.
Ela também sofreu um quase abuso sexual pelo padrasto. Sofrei vários espancamentos da mãe. Passou fome, foi ainda abandonada, e mesmo assim consegui o posto de advogada, sendo ainda uma das primeiras mulheres negras a ocupar um cargo de juizá nos tribunais britânicos.
Mas se você considera isso como ruim, é porque você não leu todo o resto do desenrolar da história, o que não irei contar, para que os que ainda não leram, não acharem chato saberem de praticamente toda a história.
Mas uma coisa que sim, eu tenho que confessar, foi a parte que mais me chamou a atenção, foi a força de vontade, foi o "lutar" que ela teve, foi a coragem de enfrentar a mãe e também a falta de medo de enfrentar o mundo da maneira como ela enfrentou, tudo isso até hoje me faz criar coragem diante de boa parte de meus problemas, pois eu me lembro que ela com uma vida pior do que a minha, fez certas atitudes que nós, não conseguimos.
Parabéns!!! Constance Briscoe, por compartilhar seu sofrimento conosco, pois assim podemos ver que "nossos problemas" e que "nossos sofrimentos", não são nada comparado ao sofrimento dos outros, como por exemplo o seu. Parabéns!!

Então você concorda comigo que esse livro, não apenas um livro mais sim uma demonstração de uma infância sem amor, e também como um livro de superação, garra, força de vontade, sucesso, entre outras coisas...?

sábado, 28 de janeiro de 2012

A última chance - Mabel Amorim

Gente hoje eu vim aqui para compartilhar com vocês, um livro que li o ano passado e que até hoje quando eu me lembro dele, minha maior vontade se torna a de rele-lo, mas sei que não sentiria a mesma emoção, pois a principal parte pra mim, é a revelação do segredo, apresentado somente no final do livro, e como eu já sei desse segredo, não ia ter a mesma emoção ler tudo.
A última chance de Mabel Amorim, é um livro incrível, pra mim o início dele é muito confuso, pois é como se em cada capítulo fosse a história de um novo personagem, o que as vezes me fazia ficar perdido, mas mesmo assim continuei lendo a história. Quando cheguei naquela parte do banco, essa sim foi o auge de minha euforia, cada pensamento, cada sentimento, que o personagem culpado e não culpado ao mesmo tempo, daquela situação, tinha, brinca com os nosso sentimentos, pois você fica com dó dele e ao mesmo tempo com raiva.
Mas sem dúvida nenhuma, a melhor parte é a do final, quando ocorre a última chance de Richard, que nos revela todo o sentido do livro, que nos diz o significado do título do livro, entre outras coisas... Nos faz querer adentrar ainda mais a história, pois nossos sentimentos ficam mais ainda a flor da pele...
Finalizo essa postagem lembrando que as aparências enganam, pois quem era o culpado de tudo, fez uma coisa muito boa, digna de qualquer pessoa de muito bom coração, diferente do que aquela mulher (a mãe de David, Susan) achava dele, pois não é apenas uma ação ou atitude que revela quem uma pessoa é, mas sim o conjunto de suas ações ou atitudes...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Livros mais vendidos de 2011

Você concorda, que esses provavelmente são os melhores livros de 2011?

Ficção
1. A Cabana, William P. Young (Arqueiro)
2. Querido John, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
3. A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin (LeYa)
4. As Esganadas, Jô Soares (Cia das Letras)
5. Diário de uma Paixão, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
6. Água para Elefantes, Sara Gruen (Arqueiro)
7. A Última Música, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
8. Um Amor para Recordar, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
9. Um Dia, David Nicholls (Intrínseca)
10.Questões do Coração, Emilly Griffin (Novo Conceito)
Não ficção
1. Steve Jobs, Walter Isaacson (Cia das Letras)
2. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch (LeYa)
3. 1822, Laurentino Gomes (Nova Fronteira)
4. 1808, Laurentino Gomes (Planeta)
5. Feliz por Nada, Martha Medeiros (L&PM)
6. Comer, Rezar, Amar, Elizabeth Gilberty (Objetiva)
7. Guia Politicamente Incorreto da América Latina, Leandro Narloch (LeYa)
8. 50 Anos a Mil, Lobão (Nova Fronteira)
9. Mentes Perigosas, Ana Beatriz Silvia (Fontanar)
10. Comprometida, Elizabeth Gilbert (Objetiva)

Geral (  ficção+não ficção+ auto-ajuda)
1. Ágape, Padre Marcelo Rossi (Globo Livros)
2. A Cabana, William P. Young (Arqueiro)
3. Querido John, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
4. Steve Jobs, Walter Isaacson (Cia das Letras)
5. A Guerra dos Tronos, George R.R. Martin (LeYa)
6. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch (LeYa)
7. Diário de uma Paixão, Nicholas Sparks (Novo Conceito)
8. 1822, Laurentino Gomes (Nova Fronteira)
9. As Esganadas, Jô Soares (Companhia das Letras)
10. Água para Elefantes, Sara Gruen (Arqueiro)             

Fonte: PublishNews

O mundo de Sofia

Eu, estava em casa agora, refletindo sobre quais foram os melhores livros que já li, e lembrei que não poderia nunca esquecer, de o mundo de Sofia, do livro em que você se sente realmente em uma viagem de ida, da qual você não deseja voltar. E daqueles que você fica com raiva pois ao chegar no final do livro seu desejo mais forte, é de poder, um dia, esquecer todos os segredos daquele livro, para poder novamente viajar sentindo a mesma emoção. Ele faz nos refletir, até demais, quando chega em sua última parte e descobrimos o segredo sobre Sofia e Alberto, isso nos faz parar o livro e ficar imaginando: Como não descobrimos isso anteriormente? E fora que neste livro ainda nos marca aquela frase que alberto diz a Sofia "O homem perdeu a sua sensibilidade Sofia. Devemos ser como crianças, que se encantam com tudo.", e é isso que realmente devemos ser hoje, crianças. Isso sim é que reflexão!!!!!! Oh! se todos pensassem assim, o mundo seria melhor!