Falar sobre o homem mais fascinante que pisou na terra, revelar o tamanho do amor dele pela humanidade, e o mesmo que nos considerou seres inigualáveis, pode para nós ser algo muito difícil, mas Augusto Cury, em seu livro "O mestre do amor", ele analiza toda a essência dos pensamentos do homem mais famoso desta terra, porém o menos conhecido, sim, é ele: Jesus Cristo.
Neste livro, Augusto Cury demonstra características humanas de Jesus Cristo, características essas que muitos nem olham. Ele compara nós com esse homem que formava em vez de informar, o homem que protegia suas emoções, e o mesmo que, diferente de nós, era rápido para compreender e devagar para exigir.
Augusto Cury, também nos lembra a arte que Jesus queria nos ensinar. A arte que é a principal da inteligência e a mais difícil de ser aprendida, a que é fácil de falar e difícil de viver e a qual até quando Jesus estava sendo crucificado ele usava: É a arte de Amar.
Esse amor que não é cultivado em terreno intacto, mas em solo bem explorado, amor que tudo sofre, que tudo espera, que jamais desiste, pois dá todas as chances para recomeçar. Enfim, amor esse difícil de ser encontrado hoje, pois a arte que é usada atualmente, não é a arte de amar, mas sim outras...
Jesus não queria seguidores cegos, mas pessoas que o conhecessem e, que por conhecê-lo, o amassem. E assim, seus seguidores, conquistariam a verdadeira felicidade, a felicidade que é uma questão interior que todos podemos adquirir, e não um dom genético, como alguns dizem por aí.
Jesus, que não obrigava ninguém a segui-lo, ele apenas convidava. Jesus que nos ensinou que é preciso ter metas e que podemos vencer o medo e as amarras de nossas dificuldades.
Jesus, o grande amigo da mansidão, que sempre deixou de ser guiado pelo Pai e que nos ensina que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência...
Olá Lucas!
ResponderExcluirMaravilhoso esse livro do Augusto Cury.
Eu li os cinco livros que ele escreveu sobre Jesus Cristo, analise de Cristo.
E esse o mestre do amor é um dos que eu mais gosto.
Parabéns pela resenha.
Grande abraço e até mais.
Ola Lucas, tudo bem?
ResponderExcluirComo todos os livros de Augusto Cury, este não foge à regra, é muito bom. Já li quase todos os seus trabalhos e continuo sendo fã da sua forma de escrever, nos passando sempre uma mensagem de fé e otimismo.
A sua resenha desperta a vontade em ler o livro.
Abraços
Ocelo Moreira, ainda não li todos, mas eu almejo conseguir esse feito, pois para mim quanto mais conhecer essa parte humana de Jesus, pra mim é melhor... :D
ResponderExcluirBia Sanches, eu também amo os trabalhos de Augusto Cury, mas para mim esse ainda é o melhor estou com 5 outros para ler, mais esse ainda consegui ficar no topo da lista dos melhores dele.
ResponderExcluirÉ verdade, Lucas, nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou eni exemplos de como sermos boas pessoas e de como podemos melhorar todos os dias de nossas vidas, desde que O deixemos trabalhar em nosso ser. Os livros de Cury são fascinantes, pois eles abordam a questão espiritual sem nos induzir a religião alguma, a não ser a mensagem que Jesus nos deixou como máxima: "Amai-vos uns aos outros como a si mesmo".
ResponderExcluirBoa sorte com teu blog e até mais!
Concordo, e realmente, essa história de não induzir a ninguém sobre uma determinada religião influência até demais, para que esse livro tenha mias sucesso ainda. E realmente essa mensagem trabalhada no livro: "Amai-vos uns aos outros como assim mesmo", é algo que se todos cumprissem, o mundo seria algo muito melhor...
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